quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Resposta ao Jaime

Obrigada por seu email, Jaime. Aproveito para responder a outras pessoas que têm dúvidas semelhantes.
Na verdade, não sei se a Arisco melhorou as condições da fábrica. Consumir ou não seus produtos (qualquer um deles, depois do que aconteceu) é impossível para mim e para a minha família. Aliás, para muita gente que me disse não mais consumir produtos da empresa. Recebi dezenas (ou centenas?) de emails desde que aconteceu esse problema.
Desde então, inclusive, tornei-me uma pessoa muito mais preocupada com os produtos que trago para casa, como, por exemplo, com datas de validade e aspecto/integridade de embalagens nos supermercados. Digamos que eu perdi a confiança de que os alimentos sejam fabricados dentro das mais estritas normas de higiene, em máquinas brilhantes, modernas e infalíveis, e passei a desconfiar igualmente dos processos de fiscalização.
Para mim. desde então, sempre existe a possibilidade de haver um "corpo estranho" dentro de uma lata, de uma embalagem plástica, de uma caixinha de papel etc. A partir das baratas da Arisco, ouvi muitas narrativas de (terríveis) acontecimentos semelhantes, com diversas marcas de alimentos, por parte de diversas pessoas, algumas das quais lamentaram profundamente não ter entrado com um processo contra a empresa responsável.
Hoje retiro qualquer produto da embalagem e o examino a-ten-ta-men-te antes de consumi-lo.
Não acho que a gente deva se tornar paranóico, mas, na minha opinião, todo cuidado é pouco.
Um grande abraço.

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